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sábado, 19 de maio de 2012

Fadas

Saudações pessoal, como o chat das fadas que aconteceu ontem, foi ótimo, e hoje vou postar aqui sobre elas... Espero que Gostem!!!


BB!!



DEFINIÇÃO E CARACTERÍSTICAS



 Para entedermos o que de fato é uma fada devemos começar entendendo o que o termo fada designa e significa.
ETIMOLOGIA DA PALAVRA FADA

  A palavra fada deriva do Inglês Médio faierie (também fayerye, feirie, fairie), um empréstimo direto do francês antigo faerie (Em francês moderno féerie), que significa a terra, território ou atividade característica (ou seja, encantamentos) das pessoas lendárias do folclore chamadas (em francês antigo) Faie ou FEE (Francês Moderno Fée).

  Faie derivado do antigo latim fata (uma das Parcas personificadas, portanto, um espírito guardião ou tutelar, portanto, um espírito em geral), cf. Italiano fata, espanhol hada da mesma origem, português Fada também com origem em latim.


  Fata, embora tenha se tornado um substantivo feminino nas línguas românicas, era originalmente o plural neutro ("os destinos") de fatum, particípio passado do verbo fari falar, portanto, "coisa falada, a decisão, o decreto" ou "declaração profética, previsão ", daí o" destino fado ". Foi usado como o equivalente do grego Μοῖραι Moirai, as Parcas personificadas que determinaram o curso e o fim de vida humana.


Outros termos:
Folk Fair (povo das fadas) é um nome galês, frequentemente utilizado na literatura  e nos mitos escandinavos.

Daoine Sidhe: A palavra irlandesa para fada é sheehogue [sidheog], um diminutivo de SHEE (como no banshee). As fadas são deenee Shee [daoine sidhe] (povo das fadas).

The Little People (o pequeno povo): um termo recente para caracterizar as fadas diminutas que provavelmente começam a aparecer nos contos de fadas da era vitoriana.

Boa Vizinhança ( Good Neighbours) é da Escócia. Ele teve sua origem no desejo de nunca ofender com rotulações. O povo das fadas poderia estar ouvindo, e ficariam satisfeitos quando as pessoas falavam bem deles, e com raiva quando falavam mal ou de maneira inapropriada ou desdenhosa. O mesmo sentimento levou os celtas irlandeses a chamá-los de povo honesto" (daoine Coire) ou `povo bondoso '(daoine Matha).

As Crianças Verdes ( The Green Children) foi usado na literatura medieval e versões é usado frequentemente no tema moderno ambientado na fantasia literária.Esse termo criou muitas variações, como Greenies e Greencoaties entre outros.

As pessoas em silêncio (o povo de paz, o povo ainda, ou silenciosamente, movendo pessoas) vem do gaélico irlandês e escocês, o povo de Sith. O nome sith refere-se a 'paz' ou o silêncio do movimento no ar, em contraste com a agitação e o barulho que acompanha os movimentos e ações dos homens. As fadas vêm e vão com passos silenciosos, e seus roubos ou sequestros são feitos em silêncio e surpresa para os homens.
 Elf(ves) (Elfos) significa também das fadas e derivado da palavra alfar das línguas nórdicas e teutônicas que está associado com montanhas e água. Isso ilustra claramente a estreita relação entre fadas e e a terra.


  As criaturas referidas como fadas ou fe'es (acento sem separação), fadas e Faeries em línguas românicas e em inglês são de modo algum confinado à cultura europeia ocidental. Sob um nome ou outro, elas são encontrados em todo o mundo, porém são mais freqüentemente conhecidos na Europa e na Ásia, menos freqüentemente encontrou-se termos referidos na América e África.   Centenas de criaturas diferentes são reunidas sob o termo guarda-chuva 'de fadas'. Como veremos a frente, Fadas são um tipo de povo e não um único ser.

CARACTERISTICAS DAS FADAS

O termo fada geralmente se aplica a quatro tipos de entidades:
  •  Seres com poderes sobrenaturais e que habitam o éter.
  • Certos monstros e demônios que tenham algumas das características de fadas.
  • Fadas naturais, da natureza ou elementais: Fadas que se acreditava serem alguns dos espíritos que povoam todos os lugares e objetos na Terra, todos os elementos. As fadas da natureza podem ser sereias, ondinas, espiritos das árvores e etc.
  • Pessoas do país das fadas, povo das fadas (A que vou me ater nesse post) ou as fadas verdadeiras, ou ainda raça Elfin. Pessoas do país das fadas ou povo das fadas, de acordo com a crença celta, são uma raça de seres, os homólogos da humanidade em pessoa, possuem ocupações e prazeres, mas são insubstânciais, normalmente invisíveis, silenciosos em seus movimentos, e tendo como suas habitações subterrâneas os montes verdes de rocha ou terra. Eles são geralmente diminutos (menores que os humanos), geralmente muito pequenos como um pigmeu. Podem tornar-se invisíveis e visivel à vontade, muitas vezes colocando e tirando um acessório ou capa mágica.

   Sua cor preferida é verde, não só para o vestido, mas às vezes para pele e cabelo, bem como, outras vezes podem preferir o mais pálido dos brancos ou o mais sangrento dos vermelhos.


  Fadas são geralmente consideradas inofensivas. Elas se deleitam em pregar peças; ordenhar vacas no campo, sujando roupas no varal, apropriando-se de alimentos, coalhar o leite e etc. Algumas fadas são ainda vistas como benevolentes, tendo dinheiro ou comida para dar aos pobres, oferecendo brinquedos para crianças, ou a neutralização dos feitiços ou pragas contra pessoas inocentes.


   Elas são viciadas em visitar os redutos dos homens, às vezes, para dar assistência, mas com mais freqüência para tirar o benefício de seus produtos e trabalhos, e às vezes até das próprias pessoas. Elas podem estar presentes em qualquer lugar sem que os mortais possam vê-las. Sua interferência não é sempre sinonimo de fazer o bem, no final, pode se até revelar destrutiva. Se ofendida, uma fada vai retaliar com vingança resoluta; punições comuns contra ofensas humanas são queimar casas e saquear lavouras.

Anatomia das fadas

  As fadas são geralmente descritos como humanos na aparência e tem poderes mágicos muito fortes. Embora na cultura moderna, são muitas vezes retratadas como humanóides jovens, às vezes alado, de pequena estatura, que originalmente foram retratados pelos celtas de maneira bem diferente: altas, radiante, seres angelicais ou curtos, trolls enrugados sendo estes apenas alguns dos mencionados normalmente.

  Fadas pequeninas de um tipo ou outro foram registradas ao longo dos séculos, mas ocorrem junto com registros de fadas do tamanho humano, as quais têm sido descritas como variando em tamanho desde muito pequenas até o tamanho de uma criança humana. Mesmo quando eram tidas com grande altura era tida a crença de que podiam modificar sua estatura como quisessem.


  Asas, embora comuns em obras de arte vitoriana e depois de contos de fadas, são muito raros no folclore, até mesmo fadas muito pequenas voavam com a magia, às vezes voando em talos de flores, folhas ou nas costas dos pássaros. Hoje em dia, fadas são muitas vezes representadas com asas de insetos comuns ou asas de borboleta, mas no âmbito espiritual essa visão não é muito aceita.


  Vários animais também têm sido descritos como fadas. Às vezes, isso é o resultado de forma inconstante em que as fadas podem se apresentar, como no caso das selkies (povo foca – seres que vivem a maior parte do tempo em forma de foca e se transformam em humanos quando quiserem seduzir algum humano – da mitologia irlandesa), ou dos kelpies (espiritos aquaticos malignos que espreitavam os lagos da escócia, possivel origem para a lenda do monstro do Lago Ness). 


Corpo astral   O reverendo Robert Kirk, o ministro da Paróquia de Aberfoyle, Stirling, na Escócia, escreveu em 1691:
"Esses Siths ou fadas que eles chamam de Sleagh Maith ou as Pessoas Boas ... Diz-se seres de natureza média entre os homens e os deuses; de ​​inteligentes espíritos fluidos e corpos de luz mutáveis ​​( os chamados Corpos Astrais) se assemelhando um pouco com a natureza de uma nuvem condensada, e melhor vistos no crepúsculo. Estes corpos são tão flexíveis que esses Espíritos podem aparecer ou desaparecer a seu bel prazer. "- da The Secret Commonwealth of Elves, Fauns and Fairies.


  Teosofistas acreditam que devas, espíritos da natureza, elementais (gnomos, ondinas, silfos e salamandras) possuem corpos etéreos que são compostas de matéria etérica, um tipo de matéria mais fina e mais pura que é composta de partículas menores do que a matéria ordinária do plano físico. Essas fadas só podem ser observadas quando o terceiro olho é ativado ou quando elas por vontade própria se mostrarem.


Deformidades   Muitas vezes pode-se identificar um membro da raça de fadas por certas deformidades. Nas terras altas da Escócia, por exemplo, as mulheres fadas muitas vezes tinham só uma narina ou nenhuma narina. Elas também eram conhecidas por seus seios extraordinariamente grandes, que jogavam sobre seus ombros (e de fato, este defeito foi encontrado em contos folclóricos em toda a Europa). Alguns tinham cascos de veado, escondidos abaixo de seus longos vestidos verdes.

  Nos países escandinavos, os Huldrefolks (seres da mitologia nórdica que sempre enganavam os homens) eram frequentemente bonitos pela frente, mas na parte de trás podiam ser ocos. Assim, um homem encantado com a sua magia e música poderia, se ele ainda tinha seu juízo, dizer, `Vire e me deixe preencher seu lado vazio", a mulher Huldre poderia desaparecer ou virar-se, e assim o encantamento seria quebrado e ela enfim seria um ser completo. Outros tinham costas que eram ásperas como pinhas. Algumas das mulheres Huldres tinham caudas de vaca, que eram escondidos sob seus vestidos.


Tamanho das fadas
 A diferença no tamanho atribuída à raça tem muito estranhamente variado com o tempo e os costumes locaisAo mesmo tempo que os elfos são pequenos o suficiente para rastejar pelo buraco da fechadurae uma única batata é tanto quanto um deles pode levareles também podem se assemelhara humanos, com quem podem formar aliançase para quem eles podem ser servidores, enquantoalguns estão ainda a ser ditos como gigantes, em cujo seio as mulheres mortais são crianças apenas.

  A mesma peculiaridade existe na crença teutônica. Às vezes, o elfo é um ser anão que entra através da fechadura e fendas de janela, em outros momentos um grande homem. Na Escandinávia, o Trollpode aparecer em um conto como um gigante maior que dois homens e em outro como um anãopequeno.

Tempo de vida   Fadas são conhecidas por viverem mais que os homens. Alguns até dizem que elas são eternas, eu pessoalmente acredito que imortalidade seja privilégio apenas dos deuses, mas enfim. O período de tempo pode variar entre 100 e 3000 anos de acordo com as várias espécies. Os Goblins, por exemplo, vivem entre 300 e 400 anos. Porém, devo ressaltar que o tempo é diferente no Mundo das Fadas e no mundo dos humanos.

Poderes das fadas

Invisibilidade
  As pessoas silenciosas como são chamados, não são só silenciosos, mas quase invisíveis. Eles se escondem da nossa vista através do uso de encantos e poções, segundo alguns através de artefatos mágicos. Quase todas as fadas tem o poder de invisibilidade, de alguma forma ou de outra. Algumas fadas podem se tornar visível ou invisível à vontade. Outros só podem ser visíveis à noite, e alguns apenas pela luz do meio-dia.


  Os homens sabem que Fadas visitaram suas casas apenas pelo misterioso desaparecimento de alguns bens, ou a morte súbita ou desaparecimento inexplicável de qualquer dos animais presos em casa. Quando são expulsos ou mesmo fogem não saem fazendo ruídos e sons de passos como os homens fazem, nem mesmo desparecem no ar como os espiritos, mas voam silenciosamente como pássaros e ao mesmo tempo ágeis como veados sendo caçados. Eles parecem deslizar e flutuar ao invés de andar. Às vezes, de fato os elfos fazer um ruído farfalhante como o de uma rajada de vento, ou um vestido de seda, ou uma espada desembainhada acentuadamente através do ar, e seu ir e vir foi ainda indicado por gritos espantosos e sobrenaturais, um tamborilar como de um rebanho de ovelhas, ou o mais alto trote de uma tropa de cavalos. Geralmente, entretanto, sua presença é indicada, no máximo, pela nuvem de poeira levantada pelo vento do redemoinho em que desaparece, ou por algum outro curioso fenômeno natural, a iluminação de seus instrumentos de música, canções, ou uma voz.


  A FAET fiada (poder de se transformar em animais ou simplemente ficar invisivel) foi um dos presentes dados ao Tuatha de Danann (Povo das Fadas) por Manannan (Manannan Mac Lyr é uma divindade celta ligada ao mar e ao "Outro Mundo". É tido como filho de Lyr, um dos Tuatha Dé Danann, o pai de Lugh. É também a ele atribuída a guarda do portal que conduz ao do outro mundo.). Deu-lhes poder de se tornar invisível rapidamente aos olhos mortais, a fim de protegê-los dos Milesians (nome pelo qual é conhecido o último povo celta a habitar a Irlanda). Esta é a fonte do poder de invisibilidade que todo o daoine sidhe (habitante de Sidh, mesmo que povo das fadas) têm.


  Pessoas com a Second Sight (Segunda visão – pessoas com capacidade de ver os eventos futuros ou distantes e coisas imperceptiveis aos sentidos) são capazes de ver as fadas, embora as fadas sejam invisíveis para todos os outros. Na maioria das vezes, aqueles com a “segunda visão” nascem com a sua capacidade. Por exemplo, o sétimo filho de um sétimo filho quase sempre tem esse poder. Outras vezes esse poder é obtido através de um ritual onde é aplicado o famoso Unguento das fadas.


Redemoinhos, turbilhões de vento
  Quando fadas saem de casa em grupos, elas viajam em redemoinhos de vento. Nos dias de Verão calmos, se alguém vê uma espécie de nuvem de poeira que se move no céu, sem qualquer sopro de ar, então deve ser certo que é um “pacote” de fadas indo ou voltando de algum lugar.


  Se alguém jogar um sapato esquerdo no redemoinho as Fadas começam a atirar o que puderem (as vezes presentes muito raros) para afastar homens, mulheres, crianças ou animais, mas as vezes eles podem levar as pessoas ou os animais em seus redemoinhos. O mesmo resultado é atingido por atirar um gorro, dizendo: “este é seu, agora jogue o meu” ou uma faca nua, ou terra de uma colina.


  Pessoas que foram “levantadas”, e embarcaram nestes redemoinhos geralmente não se lembram de nenhum detalhe sobre sua jornada. Alguns foram transportados para algum lugar inacessível para o qual nunca poderia ter ido sozinho, no topo de uma colina distante ou de uma ilha para outra. 


Poderes sobre plantas e animais
  Fadas por poderem viver debaixo d'água, na floresta ou no topo de montanhas têm sustentado relacionamentos longos com os animais selvagens de seu reinos. Elas falam a linguagem dos animais que obedecem seus comandos simplesmente para ajudá-los em várias tarefas. Há muitos relatos de lutins (goblins franceses) montando uma raposa e recolhendo frutos em toda a floresta. No ar, os elfos podem pedir a qualquer pássaro para transportá-los através de longas distâncias. Algumas lendas dizem também dos poderes sobrenaturais sobre o crescimento das plantas, podendo tanto abençoar seu crescimento como maldizer sua morte. 


Os defeitos das Fadas
  Geralmente a Fada possui algum defeito pessoal, pelo qual eles se tornam conhecidos por não serem de nenhuma raça mortal. Melusina, a fada famosa da mitologia teve vários filhos com Raymond Lusignan, um nobre mortal. Todos se tornaram reis, mas tenham algum sinal monstruoso em seu rosto. Geoffroy foi chamado de "dente grande".


  Uma Bean Sidhe ou Banshee, mulher dessa raça, é detectada pela sua voracidade extraordinária (uma vaca em uma refeição), um dente da frente horrível, toda a falta de uma narina, seios extraordinariamente longos, etc Ela também pode ser incapaz de amamentar seu próprio filho, e daí o desejo de fadas para roubar mulheres para amamentar suas crianças.


EXISTÊNCIA E LOCALIZAÇÃO  


  O que vou escrever aqui são uma série de hipotéses, já que nosso conhecimento humano não é capaz de compreender fatos anteriores a nossa existência, então de fato não podemos precisar de onde esses seres surgiram. Algumas visões são cientificas, outras puramente espirituais. Aqui também será posto em cheque a existência das fadas.

ORIGENS DAS FADAS

Hipóteses mais conhecidas
 As fadas têm sido atribuídas a várias origensde causas naturais, a seres e criaturas demoníacas do inferno. Cinco teorias são geralmente apresentadas em ensaios e literaturas geraís e cientificos sobre fadas.

A Teoria do pigmeu

 Alguns folcloristas e antropólogos têm teorizado que as fadas originais eram membros de raças conquistadas que foram avistadas em raras ocasiões, confundidos com seres sobrenaturais.

 Um tema comum encontrado entre as nações celtas descreve uma raça de pessoas diminutas que haviam sido expulsos de seus territórios por invasores humanos. Segundo esta teoria, os Thuatha de Danaan na Irlanda viviam em abrigos escavados sob montes e colinas. Como as raças mais agressivas migraram para os seus territórios (os milesians), esse povo secreto recuou  para as florestas. No entanto, alguns, possivelmente,  montaram uma pequena guerrilha e mantiveram uma guerra contra os recém-chegados, dando origem às lendas de Rob Roy e Robin Hood. A sobrevivência em todos os países celtas de monumentos pré-históricos, aparentemente construídos por pessoas de menor estatura que outras pessoas que ocuparam a Europa na Idade do Bronze e períodos do Neolítico, apoiaria essa percepção.

 Uma teoria semelhante rastreia a origem dos anões germânicos como sendo um povo subjugado, entre os séculos V e X por uma nação de maior potência e tamanho. O vencidos fugiram para as montanhas, e ocultaram-se nas cavernas, só ocasionalmente se aventurando a aparecer.

 Em crenças vitorianas de evolução, o canibalismo entre os "ogros" foi atribuído a memórias de raças mais ferozes, ainda praticado ao passo que raças "superiores" que já haviam abandonado o hábito. Selkies, descritos em contos de fadas como seres com capacidade de mudar de forma, mais conhecidos como povo foca porque passavam a maior parte do tempo nessa forma, foram atribuídos às memórias de roupas "primitivas" feitas de pele das pessoas que viajavam em caiaques. Pigmeus africanos foram apresentados como um exemplo de uma raça que existia anteriormente sobre grandes extensões de território, mas chegou a ser escassa e semi-mítica com o passar do tempo e o destaque de outras tribos e raças.

  Os ossos do Homo floresiensis, que dizem ser uma espécie de humano anão, foram descobertos na caverna Liang Bua, na ilha indonésia de Flores em 2003. Homo floresiensis tinha em média cerca de 1 metro de altura e andava ereto. Possuiam um crânio humano, com dentes similares, uma testa recuando e não tinham queixo. A evidência arqueológica sugere que esta espécie viveu em Liang Bua, pelo menos, entre 95.000 e 13.000 anos atrás. Eles usavam ferramentas de pedra e caçavam pequenos mamíferos. Os pesquisadores acreditam que floresiensis é uma forma anã do Homo erectus com base na evidência de que não é desconhecido formas anãs de grandes mamíferos evoluirem em ilhas. À luz desta descoberta, os contos populares indonésios de "pessoas pequenas" estão a ser reavaliadas e perguntas estão sendo feitas, se estas pessoas anormalmente pequenos tenham vivido conosco.

   
  Em 1932, uma múmia de 14 centímetros de altura foi encontrada por garimpeiros na Serra Pedro a 60 quilômetros a sudoeste de Casper, Wyoming (EUA).  A múmia minúscula foi encontrada sentada na borda de uma peqeuna caverna de granito. Suas pernas foram cruzadas e os braços cruzados sobre seu colo. Tinha um nariz achatado, a testa baixa e larga, boca de lábios finos. A múmia foi radiografada e analisada. O Departamento de Antropologia da Universidade de Harvard certificou a múmia como genuína e  alguns cientistas acreditaram que se tratava de um homem de 65 anos de idade. O mais cético Dr. George Gill especulou que a múmia poderia ter sido um bebê com anencefalia, uma anomalia congênita que deu aquela aparência ao feto. Desde a sua descoberta, a múmia mudou de mãos várias vezes e, infelizmente, desapareceu. É interessante notar que Shoshone e Crow nativos que habitavam a área onde a múmia foi encontrada descreveram lendas de "pessoas pequenas" em seu folclore antigo.

 Talvez o mais espetacular e desconcertante achado foi no final dos anos 1980 quando centenas de ferramentas de sílex minúsculas foram encontradas nos montes Pennine ao leste de Lancashire, todos os quais não eram maiores do que meia polegada de comprimento. As ferramentas incluíndo pequenos raspadores, perfuradores, e ferramentas em forma de facas crescentes. Outras ferramentas minúsculas semelhantes aos encontrados em Lancashire têm sido encontrados em todo o mundo, incluindo Devon e Suffolk, Inglaterra, Egito, África, Austrália, França, Itália e Índia.


Os espíritos dos mortos

 As fadas eram consideradas originalmente as almas dos mortos pagãos. Uma vez que os pagãos não são batizados, eles não são nem considerados bons o suficiente para ir para o céu, nem ruins o suficiente para ir para o inferno. Eles estão, portanto, presos em um submundo, tornando-se fadas. Deve ser notado que existem muitos pontos comuns de crença entre os fantasmas e fadas, como muitos aspectos temíveís da fada solitária, os perigos para os mortais que aceitassem comer alimentos de fadas e etc. Assim como os fantasmas eles seriam impedidos de retornar ao reino dos vivos porque estavam mortos então como fadas viviam no subsolo.

  A banshee irlandês (gaélico irlandês bean sí ou gaélico escocês Bean shìth, que significa "mulher fada") é por vezes descrita como um fantasma. O inglês Cauld Lad de Hylton, apesar de ser descrito como um menino assassinado, também é descrito como um espirito familiar,  como um brownie,  e em grande parte do tempo um Barghest (ser que aparece aos mortais para fazer previsões de morte) ou um elfo. A tradição também diz que o Wild Hunt (caçada do vento ou caçada selvagem) é um cortejo bizarro de fadas e espíritos dos mortos vagando a procura de vitimas.

  De acordo com o Eddas (textos sagrados dos nórdicos), os elfos são os vermes que saíam do cadáver do gigante Ymir. Há duas raças principais: os elfos da noite, e os elfos da luz. Estes últimos tornaram-se os aliados de Odin contra os gigantes.



Elementais (nessa teoria muitas tradições da Wicca se apoiam)

 Outro ponto de vista considera que as fadas são uma espécie inteligente, distinto de seres humanos. Na alquimia, em particular, elas foram consideradas como elementais, como os gnomos e silfos descritos por Paracelso.

 Povos celtas anteriores, como sociedades pré-tecnológicas estudadas por antropólogos modernos, podem ter dotado cada objeto com uma natureza espiritual que foi antropomorfizado ao longo dos séculos, especialmente após a chegada do Cristianismo.

  Explicações vitorianas da mitologia, que representaram todos os deuses como metáforas para os eventos naturais que vieram a ser tomadas literalmente, explica as fadas como metáforas para o céu e as estrelas. Segundo esta teoria, as fadas são aspectos personificados da natureza e conceitos abstratos como "amor" e "vitória" no panteão de adoração da natureza animista reconstruída nas religiões da Antiga Europa Ocidental.

 
Anjos caídos

  Algumas pessoas acreditam que quando Deus expulsou os anjos arrogantes do céu, eles se tornaram os espíritos malignos que assolam a humanidade, nos atormentando e causando-nos danos. Os que caíram no inferno e em cavernas e abismos se tornaram demônios e morte de donzelas. No entanto, aqueles que caíram sobre a terra tornaram se goblins, diabretes, anões, thumblings, Alpes, fantasmas do meio dia e da meia noite, e fogos tolos (conhecido no Brasil como Boitatá ou fogo corredor). Aqueles que caíram nas florestas tornaram-se os espiritos que ali vivem. Finalmente, aqueles que cairam na água tornaram se espíritos da água: as sereias, e merwomen. Esses anjos foram condenados a permanecer onde estavam, tornando-se as fadas dos mares e rios, da terra, e do ar.


Demônios

  Uma outra crença, difundida bastante pelo cristianismo tradicional, é de que as fadas são demônios inteiramente. Essa crença se tornou muito mais popular com o crescimento do puritanismo. O fantasma, que alguma vez foi um espírito familiar amigável, tornou-se um duende malvado. Lidar com as fadas, em alguns casos foi considerada uma forma de bruxaria e como tal, punido severamente nesta época.

  Desassociar-se de tais preconceitos pode ser o porquê Oberon, em Sonho de Uma Noite de Verão, cuidadosamente observa que nem ele e nem sua corte temem os sinos da igreja. A crença na sua natureza angelical era menos comum do que a de elas estavam mortas ou eram demonios, mas a popularidade ainda, especialmente em círculos teósoficos.
Os filhos de Adão e Lilith / Adão e Eva.

  De acordo com um mito, Eva passou a ter uma multidão de filhos depois de Caim, Abel, e Seth. “Certa vez, Deus Todo-Poderoso foi visitar Adão e Eva. Eles receberam-no com alegria, e mostraram-lhe tudo o que tinham em casa. Eles também trouxeram seus filhos para que ele os visse, e Deus ficou muito feliz em conhecer os pequeninos. Então ele perguntou a Eva se ela não tinha outros filhos além dos que ela havia trazido. Ela disse: "Nenhum".  Mas acontece que ela tinha muitos outros, mas não tinha terminado de banhar todos eles, e, tendo vergonha de deixar que Deus os visse sujos,tinha escondido-os. Este Deus conhecia bem tudo, e, portanto, disse-lhe: "O que o homem esconde de Deus, Deus vai esconder do homem."
 
  As crianças sujas que estavam escondidas tornaram-se imediatamente invisíveis, e Deus deu sua morada em montes e colinas, e em rochas. Destes são os elfos descendentes, mas nós, os homens, somos descendentes dos filhos que Eva tinha mostrado aberta e francamente a Deus. E é somente pela vontade e desejo dos próprios elfos que os homens podem vê-los.

  No segundo mito as fadas, com uma visão de seres malignos, nasceram a partir de uma relação de Adão com Lilith.

Divindades pagãs (Outra visão utilizada na Wicca, especificamente na Fairy Wicca)

  Na maioria das religiões pagãs, forças sobrenaturais estão associados com os animais, os cinco elementos e a Deusa. Às vezes, as fadas eram chamadas deusas. Em várias baladas folcloricas vemos a Rainha das Fadas sendo nomeada como "Rainha dos Céus." Fadas galesas eram conhecidas como "Bênção da Mãe". Camponeses bretões chamavam as fadas de Madrinhas.

  Na Gália (França e Bélgica), Hispania (Espanha) e Britannia (Grã-Bretanha), as divindades pagãs que foram adoradas antes da invasão romana foram gradualmente reduzidas à condição de fadas na mitologia e no folclore, quando o cristianismo se espalhou para o oeste e norte.

  Muitos dos contos irlandeses do Tuatha de Danann se referiam a estes seres como fadas, embora em tempos mais antigos eles eram considerados deusas e deuses ou uma raça de pessoas justas. Eles pareciam muito humanos, em tamanho e forma, exceto que eles têm poderes mágicos especiais e pareciam eternamente jovens.

  Os Tuatha de Danann foram citados como tendo vindo de Ilhas no norte do mundo, ou, em outras fontes, desde o céu. Depois de serem derrotados em uma série de batalhas com outros seres sobrenaturais, e, em seguida, pelos antepassados 
​​dos povos irlandeses atuais, eles teriam se retirado para a sídhe (montes das fadas), onde eles viviam no imaginário popular como "fadas".

  Degeneração semelhante ocorreu com as 
Welsh y Mamau (as Mães) no País de Gales, mas também na Escócia e em outros bolsões de sobreviventes dos reinos celtas (como a Cornualha, Bretanha e Ilha de Man).


A teoria da síndrome de Williams

  A rara condição Síndrome de Williams Beurens foi listada como de interesse para os cientistas que estudam a domesticação porque as pessoas que nascem com isso são especialmente sociáveis. A síndrome é descrita como uma combinação de cerca de 26 genes em falta.

  Uma leitura adicional após pesquisas rápidas na Internet revelou que as pessoas com essa síndrome são extremamente amáveis, altamente qualificados verbalmente e eles têm uma tendência a ter talentos musicais e possuem afinação perfeita. A síndrome é caracterizada por uma falta de elastina no organismo, que dá um certo olhar para as características.

  A entrada da Wikipedia sugere que essas pessoas foram pensados 
​​como mágicos porque eles foram tão gentis e confiante, amigáveis e musicais. Eles poderiam ter sido uma fonte de lendas de fadas.

A EXISTÊNCIA DAS FADAS

"Não há dúvida de que eles existam. Temos duas casas de fadas bem perto de nós e temos registos de conversas entre fadas e as pessoas na ilha". - Sir Ian Noble

 Lendas de anões, elfos, fadas e outros são encontrados em todo o mundo.  Há os trolls famosos do folclore escandinavo, os duendes ricos do folclore irlandês, ou os Korrigans da Bretanha. Eles têm sido objeto de dezenas de contos de fadas infantis, livros, mitos e contos de embriagados. Embora pareça que não há muitas pessoas que levam a sério a existência de elfos e fadas na sociedade de hoje, numerosos avistamentos de criaturas semelhantes à fadas são realmente relatados em todo o mundo.

 A maioria das "provas" desses seres humanóides em miniatura são os inúmeros testemunhos de testemunhas oculares. Encontros com elfos geralmente ocorrem quando o elfo se aproxima de uma casa e pede comida ou abrigo. Se o morador se recusa a cumprir os pedidos do elfo, ele pode trazer desgraças sem igual sobre a pessoa avarenta. Porém os elfos evitam bastante o contato com humanos.

 Em Stowmarket, Inglaterra, em 1842, um homem disse ter avistado fadas quando passava por um prado em sua jornada para casa: "Pode haver uma dúzia deles, o maior devia ter cerca de um metro e os demais eram peqeunos como bonecas. Movendo-se lado a lado em um anel, nenhum ruído vinha deles. Eles pareciam luz e sombra, não como corpos sólidos. Eu... podia vê-los tão nitidamente como eu vejo a mim mesmo ou a você. Corri para casa e chamei três mulheres para voltarem comigo e vê-los. Mas, quando chegamos ao local, eles foram todos embora, eu estava bastante sóbrio naquele dia e tenho certeza do que vi. "

  No livro de Jerome Clark, Inexplicável! (
Unexplained!), Ele reconta a história do garoto de 13 anos Harry Anderson, que teve um encontro estranho em uma noite de verão em 1919. Anderson afirmou ter visto uma coluna de 20 homenzinhos marchando em fila indiana, tornada visível pelo brilho do luar. Ele observou que eles estavam vestidos com calças de couro até os joelhos com suspensórios. Os homens estavam sem camisa, eram carecas e tinham a pele pálida e branca. Eles ignoraram o jovem Harry enquanto passavam, murmurando algo ininteligível o tempo todo.


 As Fadas de Cottingley apareceram em uma série de cinco fotografias tiradas por Elsie Wright e Frances Griffiths, duas jovens primas que viviam em Cottingley, perto de Bradford, na Inglaterra. Em 1917, quando as primeiras duas fotografias foram tiradas, Elsie tinha 16 anos e Frances tinha 10 anos. Uma mostrava Frances descansando perto de uma cachoeira enquanto um punhado de pequenas fadas com asas cabriolavam na frente dela. Outra mostrava Elsie sorrindo para um empinado gnomo. As imagens chamaram a atenção do escritor Sir Arthur Conan Doyle, que as usou para ilustrar um artigo sobre fadas que ele havia sido contratado para escrever para a edição de Natal de 1920 da revista The Strand.

 Conan Doyle, como um espiritualista, estava entusiasmado com as fotografias, e declarou que elas eram autênticas. As fotos atraíram a atenção de todos, desde a Sociedade Teosófica até os jornais nacionais, provocando grande controvérsia pública. A reação do público era mista, alguns aceitaram que as imagens eram genuínas, mas outros acreditavam que tinham sido falsificadas.

 O interesse nas Fadas de Cottingley declinou gradualmente depois de 1921. Ambas as meninas cresceram, casaram e viveram no exterior por um tempo. No entanto, as fotografias continuaram a deter a imaginação do público, em 1966, um repórter do jornal Daily Express entrevistou Elsie, que tinha retornado ao Reino Unido. Elsie deixou em aberto a possibilidade de que ela acreditava que tinha fotografado seus pensamentos, e os meios de comunicação, mais uma vez se interessaram pela história.

 Em 1978, CSICOP analisou as fotos das fadas através de um intensificador de imagens e anunciou que os resultados mostraram cordas a partir das quais as 'fadas' foram suspensas. Elsie riu de suas descobertas, mais tarde revelando que ela e Frances tinham usado alfinetes de chapéu para fixar suas fadas nos ramos de arbustos e árvores. Frances, no entanto, continuou a insistir que a quinta e última fotografia era genuína.

 Fadas são muitas vezes associadas com luzes estranhas que aparecem no meio da noite. Steve K.  relaciona esta história de “fadas brincando" no livro Paranormal Confessions:
"Depois que meus amigos em uma viagem de acampamento tinham entrado para passar a noite, um amigo e eu ficamos do lado de fora das barracas conversando. Tarde da noite, depois do meu amigo ter ido dormir, eu notei uma luz azul estranha piscando através das árvores. eu continuei a olhar para a luz e logo se juntou a outras luzes azuis. Isso durou por cerca de 10 minutos e as luzes foram brincando e perseguindo uma a outra. Eu sei que parece loucura, mas eu juro que vi pouco contornos de pessoas nessas luzes. Então eu me levantei e acidentalmente pisei em alguns galhos que fizeram algum barulho e as luzes voaram incrivelmente rápido para longe. Quando voltei para casa, eu li um livro sobre fadas e depois folhiei alguns outros, e eu acho que foi uma trupe de fadas que eu vi na floresta naquela noite. "

 A Islândia também tem seus elfos que todos acreditam serem os protetores de suas habitações. Aqueles que tentam perturbá-los estão em apuros. Uma história é contada da construção de um novo porto de Akureyri, em 1962. Repetidas tentativas de detonar rochas continuamente falharam. Equipamento com defeito e os trabalhadores foram regularmente feridos ou caiam doentes sem explicação. Então um homem chamado Olafur Baldursson alegou que o motivo para o problema era que o local da explosão erao lar de algumas "pessoas pequenas". Ele disse às autoridades da cidade que ele iria tentar um acordo com os pequenos. Quando ele voltou e informou que os pequeninos estavam satisfeitos, o trabalho prosseguiu sem problemas.  Islandeses - os cidadãos de um dos países mais alfabetizados do mundo – acreditam e levam seus elfos muito a sério. Ainda hoje, a “detetive de fadas” mais importante da Islândia, Erla Stefansdottur, ajuda o departamento de planejamento de Reykjavik e as autoridades turísticas a criar mapas que traçam os redutos da “gente escondida”. A autoridade de vias públicas, muitas vezes encaminham estradas em torno de pedras sagradas e outros locais que se acredita serem habitados por elfos. (Existe uma matéria gravada pela rede Record sobre esse caso, no youtube o video não está bom, mas dá pra ver: http://www.youtube.com/watch?v=aPLRDX1HK-k

ONDE AS FADAS VIVEM

 A terra das fadas
 Fadas vivem em algum tipo de terra, tanto na terra e quanto em um outro plano de existência. Este lugar tem sido chamado de muitos nomes ao longo da história: Fairyland, Elfhame, Tir-Nan-Og, o Reino Perigoso, Avalon e etc.

  É contado nas lendas, que uma vez houve um tempo quando o mundo humano era um com o mundo das fadas. Mas por causa de alguma mudança dramática, fadas tiveram que recuar e manterem-se distantes do nosso mundo. No entanto, as mesmas lendas dizem que ainda existem alguns portões entre o mundo das fadas e o nosso. Aqueles que têm o dom ou estão em posse do mantra mágico pode entrar no Mundo das Fadas quando bem quiserem.

  Na lenda de Childe Roland, ele ganhou a entrada para um o mundo das fadas circundando a colina três vezes em sentido anti horário, gritando "Abra a porta! Porta aberta!". Na terceira vez uma passagem se abriu e ele viu-se na Torre Negra de Elfland – Terra dos Elfos. (Essa lenda ou poema epico de 1855 foi a base para muitas histórias, inclusive a de senhor dos anéis)

  O tempo parece não existir no país das fadas, e nem há qualquer feiúra, doença, idade ou morte. Mortais levados para lá podem passar 900 anos lá, e voltarem pensando que foi apenas uma noite. Embora ninguém morra no reino das fadas, parece haver um nascimento de fadas, como há muitas histórias de crianças fadas que necessitam de mães mortais para amamentá-las.

  Palácios de fadas (ou Brugs) São pensados 
​​como sendo ricamente decorados em ouro e prata, onde os moradores e seus convidados gastam muitas horas em demorados e imensos banquetes da comida mais saborosa que existe. Muito tempo é dado à dança e música. Fadas favorecem dois animais domésticos, o cão e o cavalo, algumas vezes o medo dos gatos e outros animais em relação aos cachorros é atripuido ao poder de proteção das fadas. Fadas andam muitas vezes em procissão nos seus cavalos brancos com suas crinas trançadas e decoradas com sinos de prata.

  Os dois mundos são conectados por anéis de fadas, ilhas mágicas, lugares de repouso de fadas, e portões para o outro mundo. As passagens que levam ao Mundo das Fadas eram tão numerosos como as pessoas e países. Bancos de névoas muitas vezes cercam anéis de fadas ou colinas de fadas. No entanto, há, por vezes, uma lacuna nas brumas. Isto é chamado a névoa portão.

    Karnach: houve um tempo quando a nação Korrigans teve sua principal cidade sob os megálitos de Karnach no sul da Bretanha.

    Broceliande: uma floresta profunda na Bretanha (França), que se pensava ser Camelot no tempo do rei Arthur. Viviane tem sua própria fonte onde só alguémcom coração puro pode vê-la.

   Ilha de Skye: As casas de Glenn em Uird são chamados de casas de fadas. A ilha é particularmente rica em histórias de fadas e estas casas subterrâneas têm sido consideradas como os portais das fadas, ou Sithein, usados entre seu mundo e o nosso. Uma família que deve ter tropeçado sobre esta morada subterrânea foi o MacCrimmons, cuja fama como flautistas é conhecido em toda a Escócia. Eles devem ter recebido este dom musical maravilhoso do Tribunal Seelie em troca de seu desejo altruísta de servir os seus compatriotas.  (Fazem 30 gerações que essa familia inteira tem dons de flauta magnificos)
     
    Bryn y Ellyllon: (a montanha dos goblins), em Somerset, perto de Mold, Clyd Flint.

    Castelo Neroche: em Somerset. Fadas defenderam sua colina de garimpeiros  ao incutir nos mineiros um pânico feroz, os que não desistiram morreram dentro de um mês na tentativa de garimpar ouro na colina.

    O túmulo de New Grange, Irlanda
   
   Knockma Hill: Sob Knockma Hill é o palácio do Rei Firvarra. Ele ainda mantém corte lá como o líder da Sidhe daoine.

    Isle of Man: onde existem os relatos mais constantes de fadas no Reino Unido

    Gump Hill: perto de Cornwall, acredita-se ser um popular ponto de encontro das fadas.

   Knockfierna: é um grande monte de fadas na planície Limerick. No topo do morro é o palácio do rei de fadas Donn Fierna. Houve uma canção sobre a colina, talvez agora perdida no tempo.

    As montanhas Mönchen, perto Knesebeck na Alemanha

    Caverna dos Anões em Hasel não muito longe de Schopfheim na Alemanha foi uma vez o lar de um grande número de anões masculinos e femininos, de quem o nome da caverna deriva.

    Nos lados norte e sul das montanhas Harz, na Alemanha, especialmente em áreas diversas da região Hohenstein, viveram muitos milhares de anões ou "Kröpel" nas fendas dos penhascos e nas cavernas ainda existentes anões.


  Ilhas de fadas são ilhas mitológicas onde existe primavera e felicidade sem fim. O envelhecimento e a doença são algo inédito. Alguns dizem que elas flutuam, alguns que estão debaixo d'água e vem acima da superfície à noite e alguns são visíveis apenas em ocasiões especiais. 

  Entre as mais conhecidas estão as Ilhas do Blest (ou Ilhas Afortunadas), Tir Nan Og (A Terra da juventude), Tirfo Thuinn (a Terra sob as Ondas), Tire Nam Beo (Terra da vida) , Tirn Aill (Outro Mundo), Mag Mor (Grande Planície), Mag Mell (a planície dos camponeses), e Tir Tairngire (Planície da Felicidade). 


  Tir-na-n-Og: Existe um país chamado Tir-na-n-Og, o que significa País da Juventude, porque a idade e a morte nunca o encontraram, nem lágrimas, nem gargalhadas passaram perto dele. De acordo com muitas histórias, Tir-na-n-Og é a morada preferida das fadas. Alguns dizem que é um conjunto de ilhas: da ilha da vida, a ilha de vitórias, e uma terra debaixo d'água. Um bosque sombrio a cobre perpetuamente. Um homem foi lá e voltou. O bardo, Oisin, que se afastou em um cavalo branco, movendo-se na superfície da espuma com sua fada Niamh, viveu lá trezentos anos, e depois voltou à procura de seus companheiros. No momento em que o pé tocou a terra os seus trezentos anos caíram sobre ele, e ele ficou curvado de cansaço, e sua barba varreu o chão. Ele descreveu sua estada na Terra da Juventude para um homem chamado Patrick antes de morrer. 

  A Ilha das Maçãs: conhecida como Avalon no mito arturiano (muitas vezes sinónimo de Ablach Emain). Aqui encontramos o ramo de Prata, que permitiu a qualquer mortal entrar e retirar-se do Outro Mundo ou Terra dos Deuses. Segundo a lenda, a Rainha das Fadas, por vezes, ofereceu o ramo aos mortais dignos, concedendo-lhes passagem segura e alimentos durante a sua estadia. 

Outro escritor medieval descreveu Avalon com as seguintes palavras: 
“Avalon, que os homens chamam de Ilha Feliz, é assim chamada porque produz todas as coisas de si mesma. Os campos lá não têm necessidade dos agricultores para lavrar-los, e a natureza já fornece todo o cultivo. Grãos e uvas são produzidas sem tendência, e macieiras crescem na floresta da grama bem cortada ... Para lá depois da batalha de Camlan tomamos a Arthur ferido ... com o Príncipe chegamos lá e Morgan recebe-os com cada vez mais honra. Em sua própria câmara colocou o Rei em uma cama de ouro, com sua própria mão descobriu a ferida, e olhou por muito tempo. Por fim, ela disse que a saúde pode retornar a ele, se ela fosse ficar com ela por muito tempo e queria fazer uso de sua arte de curar. " 

Ys é uma cidade mítica que foi construída na costa da Bretanha e, mais tarde engolida pelo oceano. A maioria das versões da lenda coloca a cidade na Baía de Douarnenez. 

Costa Pembrokshire: os galeses pensaram que fosse uma ilha invisível no Canal irlandês ao largo da costa 

Hy Breasail ou Hy Brasil: ilha ilusória para o oeste da Irlanda, de onde provavelmente surgiu o nome Brasil. (Leiam mais se lhes interessa num livro chamado Uma ilha chamada Brasil: o paraiso irlandês no passado Brasileiro.) 

  Um piloto holandês, que estabeleceu-se em Dublin, dissea  M. De La Boullage Le Cong, que viajou sobre Irlanda em 1614, e que ao redor pólos dos polos existem muitas ilhas, algumas difíceis de serem vistas de perto por causa das bruxas que as habitam e destroem aqueles que por tempestades buscam à terra. Teve uma vez, ao largo da costa da Groenlândia, em sessenta e um graus de latitude, avistou e tentou pousar em uma ilha, mas esta desapareceu. Ele então voltou a vê-la na direção oposta, e perto de alcança-la novamentea, foi quase destruído por uma tempestade furiosa. 

  Na velha tradição celta de fadas o sidhe (Povo das fadas) são imortais que vivem nos túmulos antigos e Cairns (pilhas de pedras). Os Tuatha de Danann estão associados a vários domínios, incluindo a outros mundos Mag Mell (a planície dos camponeses), Ablach Emain (a Fortaleza de maçãs ou a Terra da Promessa ou a Ilha das Mulheres), ea Tir Na Nog (Terra da Juventude). 

  Alguns arqueólogos do século 19 pensaram que tinham encontrado quartos subterrâneos nas ilhas Orkney que se assemelham aos existentes na Elfland da lenda de Childe Rowland. 

  Aqueles que não vivem nas grandes cidades tendem a estabelecerem-se em grupos de várias pequenas famílias. Existem habitações que podem algum dia ser reconhecidas. A crença gaélica não reconhece Fairyland ou reino das fadas como um reino na superficie da terra sobre a qual os homens vivem e se movem. As habitações são underground – no subsolo, mas é na face natural da Terra que encontram seu sustento pastoreiam seu gado, e sobre a qual elas vagam e perambulam. 

  Sithein é o nome de qualquer local em que as fadas residem. É conhecido a partir da paisagem circundante pelo aparecimento peculiarmente verde e forma arredondada – colinas verdes e arredondadas são as princiapais Sithein. Como um túmulo, é quase uma forma cônica e coberta com vegetação rica. 

  Brugh denota a habitação Fada visto como se fosse a partir do interior - os interiores - mas é muitas vezes usado como sinônimo de sithein. É provavelmente a mesma palavra que burgh, bairro, e sua referência é o número de ocupantes na casa da fada 

  Estas habitações foram habitadas por vezes, por uma família única, mais frequentemente por toda uma comunidade. Os elfos, acredita-se, podem mudar suas residências como os homens, e, quando acham a inadequada, mudam-se para partes distantes do país e habitam casas mais desejáveis. Eles, em sua chegada em sua nova casa, devem dizer as seguintes palavras: 

               "Embora fosse bom o paraíso que deixamos,

                Melhor será o paraíso que encontramos. "

  O morro da fada pode ser passado despercebido eo gado pasta nele sem ser molestado pelas "boas pessoas". 

  Há, no entanto, uma história comum nas ilhas ocidentais de que uma pessoa foi amarrar seu cavalo ou vaca para a noite em uma estaca verde perto de um morro de onde uma cabeça apareceu fora da terra, e disse-lhe para amarrar o animal em algum outro lugar, como ele não deu ouvidos, acabou quase levado uma chicotada dos arreios na orelha de um dos ocupantes fada. 

  Outro, que tinha o hábito de derramar a água suja na porta, foi advertido por Fadas para derramá-la em outro lugar, porque ele estava estragando sua mobília. Ele mudou a porta para a parte de trás da casa, e prosperou sempre. 


País de Gales 

  O outro mundo de Gales, é o equivalente à terra das fadas da Irlanda, onde os Tuatha de Danann habitavam. No conto galês "Pwyll Senhor dos Dyved" do Mabinogion, é dito que Annwn foi originalmente governado por dois grandes senhores rivais, Arawn e Havgan. No entanto, um acordo entre Pwyll e Arawn, levou Pwyll a matar Havgan em combate, e desde então Arawn foi o único governante daquela terra mágica. No entanto, nas lendas e tradições mais recentes, Annwn torna-se mais a terra dos mortos, e seu rei é quase sempre Gwynn ap Nudd. Às vezes, escreve-se Annwfn ou Annwvyn.

  Há muito tempo, em todos os dias do Ano Novo, uma porta apareceria no lado de uma grande rocha ao lado de um certo lago. Aqueles que entraram descobriram que leváva a uma passagem que terminava na ilha no meio do lago. Esta ilha era um jardim belo mantido pela Annwn Gwrgedd, que servia comida maravilhosa para os viajantes e tratáva-os como convidados de honra. Eles alertaram os mortais felizes que a porta era um segredo e que nada poderia ser tirado do jardim. Um mortal, tomou uma única flor do jardim e assim que tocou o solo da terra, todos os outros viajantes foram expulsos ea porta foi fechada, para nunca mais reabrir novamente.


Esse é o assunto na integra do Chat. Gostaria de agradecer a Luna e ao Lugh pela participação e texto.

textos retirados de Grimório da Luna

2 comentários:

  1. Gostei bastante do texto valeu mesmo!!

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  2. Obrigado :D Lembrando que tem os demais textos e o crédito vai para a Luna(www.grimoriodaluna.blogspot.com)

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